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Archive for Fevereiro, 2009

Pensei muito em escrever este poema, mas decidi fazê-lo.

O Poema que vão ler, foi-me enviado por mail, para reenviar……achei melhor partilhá-lo aqui!

 

Eu sou a “Sara” e tenho 3 anos…..

Os meus olhos estão inchados,

Não consigo ver.

 

Eu devo ser estúpida,

Eu devo ser má,

O que mais poderia pôr o meu pai em tal estado?

 

Eu gostaria de ser melhor,

Gostaria de ser menos feia.

Então, talvez a minha mãe me viesse sempre dar miminhos.

 

Eu não posso falar,

Eu não posso fazer asneiras,

Senão fico trancada todo o dia.

 

Quando eu acordo estou sozinha,

A casa está escura,

Os meus pais não estão em casa.

 

Quando a minha mãe chega,

Eu tento ser amável,

Senão eu talvez levaria

Uma chicotada à noite.

 

Não faças barulho!

Acabo de ouvir um carro,

O meu pai chega do bar do Carlos.

 

Ouço-o dizer palavrões.

Ele chama-me.

Eu aperto-me contra o muro.

 

Tento-me esconder dos seus olhos demoníacos.

Tenho tanto medo agora,

Começo a chorar.

 

Ele encontra-me a chorar,

Ele atira-me com palavras más,

Ele diz que a culpa é minha, que ele sofra no trabalho.

 

Ele esbofeteia-me e bate-me,

E berra comigo ainda mais,

Eu liberto-me finalmente e corro até à porta.

 

Ele já a trancou.

Eu enrolo-me toda em bola,

Ele agarra em mim e lança-me contra o muro.

 

Eu caio no chão com os meus ossos quase partidos,

E o meu dia continua com horríveis

palavras…

 

‘Eu lamento muito!’, eu grito

Mas já é tarde de mais

O seu rosto tornou-se num ódio inimaginável.

 

O mal e as feridas mais e mais,

‘Meu Deus por favor, tenha piedade!

Faz com que isto acabe por favor!’

E finalmente ele pára, e vai para a porta,

 

Enquanto eu fico deitada,

Imóvel no chão.

 

O meu nome é ‘Sara’

Tenho 3 anos,

Esta noite o meu pai *matou-me*.

Autor: “Sara”

Abraço de Amor!

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Um estudante universitário saiu um dia a dar um passeio com um professor, a quem os alunos consideravam seu amigo devido à sua bondade para os que seguiam as suas instruções.

Enquanto caminhavam, viram no seu caminho um par de sapatos velhos e calcularam que pertenciam a um homem que trabalhava no campo ao lado e que estava prestes a terminar o seu dia de trabalho.

O aluno disse ao professor:
Vamos fazer-lhe uma brincadeira; vamos esconder-lhe os sapatos e escondemos-nos atrás dos arbustos para ver a sua cara quando não os encontrar.

Meu querido amigo – disse o professor – nunca nos devemos divertir-nos às custas dos pobres.

Tu és rico e podes dar uma alegria a este homem.
Coloca uma moeda em cada sapato e depois escondemos-nos para ver a sua reacção quando os encontrar.

Fez isso e se esconderam no meio dos arbustos. O pobre homem terminou as suas tarefas diárias e caminhou até aos sapatos, para voltar para casa.

Ao chegar junto dos sapatos deslizou o pé no sapato, mas sentiu algo dentro deste. Baixou-se para ver o que era e encontrou a moeda.  Pasmado perguntou-se o que havia acontecido. Olhou a moeda e voltou-a e voltou a olhá-la.

Olhou à sua volta, para todos os lados, mas não via nada nem ninguém. Guardou-a no seu bolso e foi calçar o outro sapato; sua supresa foi ainda maior  quando encontrou a outra moeda.

Seus sentimentos esmagaram-no; pôs-se de joelhos, levantou os olhos ao céu, e em voz alta fez um enorme agradecimento, falando de sua esposa doente e sem ajuda, e de seus filhos que não tinham pão e devido a uma mão desconhecida não morreriam de fome.

O estudante ficou profundamente emocionado e seus olhos ficaram cheios de lágrimas.

Agora – disse o professor – não está mais satisfeito com esta brincadeira?

O jovem respondeu:
Você ensinou-me uma lição que jamais hei-de esquecer. Agora entendo algo que antes não entendia:

É MELHOR DAR QUE RECEBER!

Autor Desconhecido

 

Abraço de Amor!

 

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Já ouviu a história do consultor e do pescador?

Um proeminente consultor internacional, com um MBA de Harvard, estava de férias num pontão de uma pequena aldeia piscatória na costa mexicana quando chegou um pequeno barco de pesca. Dentro do barco estavam vários grandes atuns que o pescador tinha capturado. O consultor cumprimentou o pescador pela qualidade do seu peixe e perguntou quanto tempo levava a apanhá-los.

O pescador respondeu, “Só umas duas horas.”

O consultor perguntou, “Porque é que não fica mais tempo e apanha mais peixe?”

“Este é suficiente para alimentar a minha família. Estou feliz!”

E aí, o consultor perguntou, “E o que faz com o resto do seu tempo?”

“Durmo até tarde descansado, pesco um pouco, brinco com os meus filhos e faço uma sesta com a minha mulher, Maria. Todas as noites dou uma volta à aldeia, bebo um copo e toco guitarra com os meus amigos. Tenho uma vida cheia e ocupada, caro senhor!”

O consultor, vendo a oportunidade de fazer boa figura do seu conhecimento, aconselhou, “Sou um consultor de renome internacional, tenho um MBA em Harvard e vou ajudá-lo! Passe mais tempo no mar a pescar e com o que sobra, compre um barco maior. Assim, apanha mais peixe e por consequência pode comprar vários barcos e também contratar mais pessoas. Eventualmente terá uma frota de barcos de pesca. Em vez de vender o que apanha a um intermediário, venderá directamente ao industrial, eventualmente abrindo a sua própria fábrica de conservas. Assim, controla o produto, o processamento e a distribuição. Teria que deixar esta pequena aldeia piscatória e ir para a cidade do México, depois quem sabe Los Angeles e até Nova Iorque, de onde conduzirá a sua empresa em grande expansão.”

O pescador Mexicano perguntou, “E quanto tempo é que será preciso para chegar aí?”

“Cerca de 15 a 20 anos.”

“E depois, señor?”

O Consultor sorriu satisfeito e disse, “Essa é a melhor parte. Quando for a altura certa, lança então a sua empresa na Bolsa e vende o seu stock ao público e torna-se muito rico. Fará milhões!”

“Milhões, señor? e depois?”

Oh aí, o consultor disse, com um sorriso de vitória, “Então aí, pode reformar-se e ir viver para uma pacata aldeia costeira onde poderá dormir descansado até tarde, pescar um pouco, brincar com os seus filhos, fazer a sesta com a sua esposa, e todas as noites ir até à aldeia tomar um copo e tocar guitarra com os seus amigos.”

“Mas senõr, isso é o que eu faço agora!”

Autor desconhecido

Abraço de Amor!

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